Falando sem nexo…
Rodeado de gente inquieta
Com o bruaá da minha alma
Não consigo descer…
Estranha terra, esta…
Sem ti ficou vazia…
Nas noites barulhentas…
Não ouço tua ausência
Na minha mente aluada…
Que descola aturdida…
Com o silêncio da tua voz
Deitado fico na noite…
Contemplando as estrelas…
Ficariam ofuscadas…
Com o brilho do teu ser…
Vivo num mar de emoções
Agitado pelas recordações
Como barcos a deriva…
Sem porto de abrigo…
Conto horas e dias…
Correndo que nem louco…
Para vencer o tempo
Que me resta para te ter…
Venci a dor…
Derrotei o medo…
Aprendi como sábio…
Que a paixão se transforma…
Fico na lua…
Projetando amor…
Para aquecer…
Os dias da tua vida…
António Afonso 2017/01/22
(Reservados direitos de autor- Lei 50/2004)

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